Conhaque

19 de setembro de 2018 0 Por pornografika
Conhaque

Pela primeira vez saía com um cara com o dobro da minha idade. Aqueles olhares maduros e sisudos por trás de uns óculos de grau sempre me excitaram loucamente. Dessa vez não foi diferente.

Nos conhecemos num café da Paulista, num fim de tarde qualquer. O avistei como quem desacredita de um presente foda que ganhou. Algo naquele homem me despertava um tesão que até então não tinha experimentado. Fiquei vidrada! Por longos segundos… E notei que ele – perdido em si mesmo enquanto passava os dedos ao redor da borda de seu copo- ao me avistar, saiu daquele estado de abstração e levantou o olhar, sério, mas muito, muito fulgás.

Sem expressar mais nenhuma reação, percorreu meu corpo com o olhar e parou em meus peitos. E sem tirar os olhos de mim, levantou e seguiu em minha direção, trazendo junto seu copo. Percebendo que o tesão era recíproco, se aproximou. Molhou o dedo naquela bebida quente e o passou em meus lábios… Desceu com a mão até meu queixo e me aproximou de seu rosto, para que pudesse o cheiro e o calor da minha boca. Respirou fundo, se virou e foi embora.

Fui atrás.

Parei em sua frente, peguei suas mãos, as coloquei em meu pescoço, fazendo-as descer até que pudesse sentir meus peitos por dentro do sutiã. Trouxe uma de suas mãos até minha nuca, para que pudesse sentir o quanto eu estava arrepiada, pirada de tanto desejo. Ele tirou a mão dos meus peitos e, sem tirar a outra de minha nuca, me conduziu ao seu lado.

Caminhamos em silêncio até uma sala em penumbra, com apenas um tapete no chão e alguns poucos móveis antigos. Num destes móveis preparou uma bebida, mergulhou os dedos nela e começou a passá-los pela minha cara e pelos meus peitos. Grudou sua mão em meus cabelos e começou a me beijar, me pressionando contra a parede. Juntei meus peitos nas mãos e os coloquei dentro da boca dele, enlouquecida de tesão e usando meu pé para puxar seu corpo ainda mais em direção ao meu.

Abri sua calça e a fiz descer com o pé. Também com o pé acariciei seu pau e suas bolas. Os suores começavam a escorrer e a temperatura aumentava junto com a vontade. Ele arrancou meu sutiã sem arrancar minha blusa, me virou de costas para a parede e soprou um ar quente e alcoólico pelas minhas costas. Empinei minha bunda em direção ao pau dele e puxei uma de suas mãos para mim. Ele então começou a massagear meu clitóris com o dedo banhado naquela bebida quente enquanto eu passava seu pau pelas minhas coxas, antes mesmo de ter tido a oportunidade de vê-lo. Fui sentindo aquele cacete crescer no vão das minhas pernas, que estavam bambas de tesão.

Bruscamente trouxe aquele pau delicioso até minha buceta e enfiei fundo dentro de mim. Prendi as mãos dele contra a parede e pressionei seu pau dentro de mim, segurando forte sua bunda com um dos pés. Quanto mais eu empinava minha bunda, mais próximo do meu ponto G ele chegava, me fazendo delirar. Ele arrancou minha blusa e enquanto lambia me corpo, me masturbava com três dos seus dedos quentes, embedidos em fervor e malícia. Foi quando ele me virou de frente, para que eu pudesse vê-lo e, olhando nos meus olhos, me levantou e me encaixou fundo dentro dele.

Deitamos no chão, já metendo muito forte enquanto ele lambia com vontade todo meu corpo. Quando eu estava prestes a gozar, virei de quatro e, com um joelho no chão e a outra perna bem aberta, levei sua boca até minha boceta encharcada. Ele me chupava com sua língua ardente e de uma maneira única. Gozei um dos gozos mais longos e prazerosos da minha vida.

E quanto mais eu gozava, mais ele me chupava e mais me fazia gozar.

Não soube seu nome; tampouco ele o meu. Não trocamos uma só palavra. Mas naquela tarde ao tomar um gole saideiro de sua bebida, pensei: homens que bebem conhaque e o destilam sexo a dentro sabem bem, muito bem o que fazem!