Circuito

10 de setembro de 2018 0 Por pornografika
Circuito

Amo quando a gente se encontra por isso: sei que vou gozar atrás de você, no fim.”

Ele tinha um sério talento com as palavras. Só com elas, antes de qualquer coisa, conquistava meu tesão. E eu pouco ou nada me esforçava pra resistir.

Cheguei ao bar do hotel já um tanto ofegante. Ele ali, me esperando, ainda mais bonito após alguns anos passados desde nossa última vez.

O abracei temendo que minha saia não desse conta de segurar minha ansiedade pela melhor parte. Trocamos uma palavra ou outra, mas sua inteligência era afrodisíaca e não havia saída: era nosso desejo louco e desenfreado que tomava as rédeas.

Foi no meio dessa vertigem que sugeri:

Vamos subir para teu quarto?

Vamos. Assim acabo de tomar esse champagne em você.

Subimos e não houve mais tempo para outra coisa: nossas bocas já estavam unidas e nossos corpos, elétricos. Ele, por cima de mim, enfiava sua língua em minha boca no mesmo ritmo que seus dedos em minha buceta.

Eu delirava. E pedia mais. Ele logo me obedeceu e, deitando seu corpo em cima do meu, começou a meter aquele pau delicioso em mim, às vezes devagar, às vezes rápido, em variações que me faziam gemer como se precisasse colocar para fora todo o tesão de senti-lo dentro.

Nos sentamos e me encaixei em seu colo, mexendo meu quadril tão freneticamente que ele me pediu calma:

Vamos com calma, ainda temos um circuito a fazer.

Ah é? E o que você sugere agora?

Que você me chupe.

A essa altura estava completamente molhada e com uma vontade que parecia infinita, me tornando aberta para tudo.

Me ajoelhei. Ele permaneceu sentado enquanto eu colocava aquele pau maravilhoso- de forma e tamanho perfeitos para mim-todo na minha boca. Por um tempo fiquei parada, apenas o sentindo pulsar. Comecei a chupá-lo com força, vira e mexe erguendo um pouco minha cabeça para assisti-lo se contorcer de tanto tesão.

De repente ele me pediu para que parasse e me virasse de costas. Passou a mão na minha buceta e, aproveitando que estava totalmente encharcada, molhou seu pau e seus dedos em mim. Fui tomada por uma ansiedade muito foda enquanto ele mordia minha nuca, e começava a brincar com os dedos pela minha bunda, a abrindo lentamente, observando e me curtindo daquele jeito, entregue e gemendo sem controle.

Tremi como nunca. Com minha bunda arrebitada e cheia de vontade, comecei a sentir seu pau entrando, enquanto eu me entregava àquela deliciosa mistura entre a dor e o prazer.

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O tesão ia gradualmente superando a dor e crescendo: quando percebi já estavámos em um ritmo tão forte que parecia que logo explodiríamos em um gozo muito forte. Mas antes disso, sugeri:

– Me deixa virar de frente. Quero gozar olhando pra você.

Me virei e ele, de pé, na beira da cama, continuou a meter por trás, com minhas pernas apoiadas em seu ombro e vez ou outra puxando meus pés para mordê-los.

Assim fomos aumentando o ritmo e nos assistindo até que gozamos. Seu pau entrava em mim, por trás, como se tivesse sido feito pra isso. Desta vez, forte como poucas vezes.

Ele se debruçou sobre mim e ainda ficamos ali, exaustos e sentindo as pulsações que restavam. Me levantei e senti aquilo tudo escorrer por trás, quente. Ainda me pediu para que eu virasse minha bunda para que ele visse. Mesmo exausta, perceber esse olhar admirado renovava meu tesão e minha vontade.

Assim finalizamos nosso circuito. Fui embora sabendo que outros viriam e que a profecia sempre se cumpriria: em qualquer encontro que tivéssemos, ele sempre acabaria gozando atrás de mim.